A recente publicação da Nota Técnica 2025.002-RTC, assinada pela Receita Federal em conjunto com o ENCAT, trouxe um suspiro de alívio para boa parte das empresas brasileiras. A partir de janeiro de 2026, documentos fiscais eletrônicos (NF-e) que não tiverem preenchidos os campos referentes ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) não serão mais rejeitados automaticamente pelos sistemas autorizadores.
Mas esse alívio é… temporário. A obrigatoriedade legal de informar esses tributos continua plenamente em vigor, por força da Lei Complementar 214/2025. Ou seja: a flexibilização atinge apenas a rejeição técnica automática — não isenta a empresa de responsabilidade jurídica, nem protege de autuações, multas ou passivos fiscais.
Um fôlego… com bomba armada
Na prática, a mudança permite que a nota seja emitida mesmo sem os novos tributos obrigatórios. Mas isso não significa que a empresa está “livre”. O risco fiscal permanece — possivelmente até maior, já que dá uma falsa sensação de segurança. Quem entender esse momento como margem para “deixar para depois” talvez descubra da pior forma que a flexibilização foi, na verdade, apenas um alerta.
Para empresas que enfrentavam gargalos técnicos — especialmente na adaptação de ERPs ou sistemas de emissão de NF-e —, o alívio é real. Mas, para quem olha estrategicamente, trata-se de uma janela estratégica: quem se adaptar agora sai na frente; quem procrastinar, vai enfrentar problemas quando a cobrança voltar com tudo.
O desafio para a liderança corporativa
Para CFOs, CIOs, controllers e gestores fiscais, o momento exige postura proativa. A gestão de riscos fiscais deve ser elevada ao patamar de prioridade. Emitir notas sem IBS/CBS ou com dados incorretos — mesmo que aceitas pelo sistema — pode gerar passivos futuros, retrabalho, contingências e dores de cabeça com fiscalizações retroativas.
As empresas precisam rever com urgência seus processos tributários, sistemas de ERP, classificação tributária de produtos e, acima de tudo, seus controles internos. Treinamento de equipe, validação de dados, auditoria de processos e governança fiscal deixam de ser “nice to have” e tornam-se imperativos estratégicos.
Onde a GestaoREAL entra: transformando obrigação em vantagem competitiva
Este é exatamente o momento em que a GestaoREAL Tecnologia entra em cena como parceira estratégica — não apenas como suporte técnico, mas como catalisadora da transformação fiscal e operacional da sua empresa.
✅ Do risco à segurança — com visão de negócio
Análise de lacunas: diagnosticar o que ainda depende de adequação (ERP, cadastro tributário, processos internos).
Implementação robusta: atualizar sistemas, configurar corretamente os campos de IBS/CBS, automatizar validações e garantir consistência na emissão de NF-e.
Governança fiscal proativa: implantar controles periódicos, auditoria interna, reconciliação tributária e processos de compliance.
⏱️ Agilidade estratégica — para quem quer sair na frente
Enquanto muitas empresas encaram a flexibilização como “respiro”, líderes visionários veem ali uma oportunidade para preparar a casa antes que a urgência vire crise. GestaoREAL atua com agilidade, entregando soluções que habilitam conformidade de forma rápida, segura e eficiente — minimizando riscos e maximizando confiança do mercado e stakeholders.
📈 Conformidade como vantagem competitiva
Cumprir a lei deixa de ser apenas uma obrigação para se tornar um diferencial competitivo: empresas com processos robustos ganham credibilidade, segurança para operar em escala e liberdade para focar no crescimento. Com a GestaoREAL ao seu lado, a conformidade deixa de ser um obstáculo e vira um pilar de estratégia.